Fides era, na mitologia e na religião romana, a deusa da confiança, da boa-fé e dos pactos. Para os romanos, fides não era apenas uma palavra: era um dever sagrado. Representava a lealdade entre pessoas, entre cidadãos e o Estado, e entre aliados. Quebrar a fides era quebrar um compromisso diante dos deuses.
O símbolo da própria deusa diz tudo. Ela era retratada com a mão direita estendida — o gesto romano clássico de quem dá a sua palavra — e, muitas vezes, acompanhada de um cão, animal associado à lealdade. A confiança, para os romanos, era algo que se via: um aperto de mãos, um juramento público, um contrato selado.
É exatamente desse gesto que nasce o que fazemos. Quando duas pessoas trocam um aperto de mãos ou assinam um documento, elas estão exercendo a mesma fides de dois milênios atrás: a certeza de que a palavra dada vale, e de que haverá prova disso quando for preciso.
Do aperto de mãos à assinatura digital
O FidesSign transporta esse princípio para o mundo digital. Cada documento assinado recebe validade jurídica (Lei 14.063/2020), carimbo de tempo e uma trilha de auditoria imutável — a versão moderna daquela mão estendida e do pacto selado. Confiança que não depende de papel, mas continua dependendo de fides.
Por isso o nome. Fides + Sign — a confiança de sempre, agora com a força da assinatura digital.